Vito Giannotti lança novo livro sobre COMUNICAÇÃO DOS TRABALHADORES e HEGEMONIA

O escritor Vito Giannotti, coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), está lançando mais um livro sobre a importância da comunicação dos trabalhadores para a transformação da sociedade. Esse tema tem pautado sua atuação e de todo o NPC nos últimos 20 anos, com a promoção de cursos, palestras e seminários pelo Brasil inteiro. A obra apresenta reflexões sobre diversos conceitos, como o de hegemonia, pensado por Marx, Lenin e Gramsci. Também nega veementemente o mito da neutralidade dos meios de comunicação e explica porque considera a mídia o verdadeiro partido da burguesia.

Além de apresentar uma sólida base teórica, Comunicação dos trabalhadores e hegemonia oferece dicas práticas aos sindicatos e movimentos populares que desejam construir e aprimorar seus veículos de informação. Aborda, portanto, os meios impressos, rádios, TVs e internet, pensando em como aperfeiçoar desde a pauta até a linguagem e a diagramação, para que esses veículos sejam atrativos e compreendidos pela maioria da classe trabalhadora.

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A Tribuna e o 21 de outubro de 1969

por Antonio Matos

Já vínhamos fazendo números experimentais há uns 10 dias, mas naquela tarde de 20 de outubro de 1969 o redator-chefe Quintino de Carvalho decidira, após uma conversa com o editor de notícias Sérgio Gomes e uma rápida reunião com o empresário e ex-banqueiro Elmano Castro, proprietário do jornal, que a “Tribuna da Bahia” começaria a circular no dia seguinte.

Nada de especial para o jornal sair às ruas naquela data, explicou. Era simplesmente o tempo necessário – com a publicação dos números zeros, para consumo interno – para que houvesse a maturação do produto. Assim como o ovo da galinha, que tem o tempo certo para ser chocado e virar pinto.

Acredito que a excepcional cobertura da “Gincana da Primavera”, promovida pela TV Aratu, do grupo da TB, e pela Rádio Excelsior e que movimentava toda a cidade, feita pelo jornal tenha sido de fundamental importância para aquela tomada de decisão.

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Colóquio internacional Os caminhos da investigação marxista na América Latina, que ocorrerá na Universidade de Havana (Cuba)

Data: 14 a 17 de outubro de 2014 Horário: das 9h às 14h Local: Facultad de Filosofía e Historia (Salón frío)

14/10

Mesa de abertura: Perspectivas do marxismo na América Latina: Brasil e Cuba Marcos Del Roio (Unesp) e Isabel Monal (Cuba) Mesa I: O imperialismo e as transformações na América Latina Fernando Leitão (UFVJM), Anderson Deo (Unesp) e Ernesto Molina (Cuba)

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Hoje é 8 de Outubro

HOJE É OITO DE OUTUBRO!

CHE

Che se comunicava por ações e suas palavras eram armas na luta. Na Renascença, havia o ‘homem universal’, que era grande em arte, ciência e literatura. No século XX, a Política compreendida como domínio do Homem do seu próprio destino na História – é a verdadeira forma de universalidade. Che era neste sentido, universal. Ele paira sobre o mundo mais que qualquer outro revolucionário, nesta era pós-clássica.

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Os 150 anos da Internacional

Artigo do cientista político italiano Marcello Musto, colaborador regular de L’Unità e membro dos conselhos editoriais das revistas La Pensé (França), Crítica Marxista (Itália), Socialismo e Democracia (EUA) e Herramienta (Argentina); responsável pela edição de Grundrisse, de Karl Marx: Fundamentos da Crítica da Economia Política, 150 anos depois.

Em 28 de setembro de 1864, em Londres, nascia o ponto de referência das organizações do movimento operário: a Associação Internacional dos Trabalhadores.

Marcello Musto

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Os abutres financeiros querem a chave do cofre

Os abutres financeiros querem a chave do cofre

– Notas para um debate sobre a independência do Banco Central do Brasil

por EdmiIson Costa

A questão da independência do Banco Central (Bacen) ou sua submissão aos governos eleitos democraticamente é um tema recorrente no debate sobre a economia brasileira, especialmente nos momentos de aumento da inflação, quando se discute o problema do déficit público, por ocasião de qualquer crise econômica e, especialmente, nos momentos eleitorais. Um frenesi intenso toma conta dos chamados formadores de opinião e a mídia corporativa, quase toda alinhada com o capital financeiro nacional e internacional e com as teses neoliberais, se encarrega de multiplicar a catilinária ortodoxa e creditar todas as dificuldades da economia à falta de independência do Banco Central. Para as pessoas que não são versadas no conhecimento da economia, esse parece ser um assunto bizantino, distante de sua vida real, afinal o que o cidadão comum tem a ver com política monetária, taxa de juros, dívida interna, metas de inflação, superávit primário, emissão de moeda, controle da liquidez, câmbio e coisas do gênero?

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A imprensa do partido não apenas é o instrumento para agitar a classe, mas é em si mesmo o organizador coletivo

Partido Comunista do México

Entrevista com a camarada Jazmín Padilla, Diretora do El Comunista e integrante do Birô Político do Comitê Central do PCM

“O jornal avançou junto e na mesma medida que o partido. Considero que este momento expressa fielmente o seu avanço: a virada trabalhadora e o desenvolvimento das organizações de massas e de juventude se veem claramente representadas. Além disso, passamos a dar conta de lutas que acompanhávamos de fora, transformando-as em lutas das quais o partido participa e dirige. É um bom sinal o fato de que as páginas sejam insuficientes, que a tiragem tenha que, pelo menos, duplicar, que agora se planeje aumentar sua periodicidade para estar à altura da luta de classes em nosso país, que cada vez nos cheguem mais pedidos de exemplares. É importante ressaltar que o periódico é uma tarefa coletiva, que envolve cada um de seus militantes, seja diretamente na elaboração, na distribuição no local de trabalho ou na captação de recursos”.

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Entrevista de Orlando Borrego, companheiro de Che, concedida a Néstor Kohan

Entrevista de Orlando Borrego, companheiro de Che, concedida a Néstor Kohan

BRANCALEONE FILMS e CÁTEDRA CHE GUEVARA

VÍDEO: Marx, O CAPITAL e o Che Guevara (Entrevista concedida por Orlando Borrego, companheiro de Che, realizada por Néstor Kohan).

RESUMO: Como Che pensava a transição para o socialismo? Quais foram seus estudos marxistas? O que Che pensava da autogestão financeira? O que é o Sistema Orçamentário de Financiamento (SPF em espanhol)? O que Che pensava sobre Keynes? Mercado, autogestão e planificação na transição socialista. Ética comunista e nova subjetividade. A batalha pela cultura e pela consciência. A luta contra o imperialismo e o capitalismo, a exploração e a alienação. Recomendamos ler em http://amauta.lahaine.org/?p=2033 e outros endereços da web a entrevista (escrita) de Orlando Borrego intitulada “Che Guevara leitor d’ O CAPITAL”. A presente entrevista filmada também se encontra em VIMEO.

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O Jornal Voz Operária, do PCB, publicava, na década de 1970, matérias destacando a luta de Angela Davies nos Estados Unidos

O Jornal Voz Operária, do PCB, publicava, na década de 1970, matérias destacando a luta de Angela Davies nos Estados Unidos. Em março de 1971, na reportagem “Continua o Processo-Farsa de Angela Davies”, quando uma campanha internacional de solidariedade exigia a libertação da militante negra comunista, que sofria a perseguição do Estado norte-americano por sua participação nos movimentos em defesa dos direitos dos trabalhadores, das mulheres e dos negros nos EUA. Em maio de 1972, o mesmo jornal publicava entrevista com Angela Davies: “Por que sou comunista”.

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