
Sessão solene
80 anos da A.N.L
Dia 07 de Maio de 2015.
Hora: 18:00
Local: Palácio Tiradentes (Alerj)
Plenário Barbosa Lima Sobrinho
Rua Primeiro de Março, s/n°, Praça XV, Centro – RJ.

Sessão solene
80 anos da A.N.L
Dia 07 de Maio de 2015.
Hora: 18:00
Local: Palácio Tiradentes (Alerj)
Plenário Barbosa Lima Sobrinho
Rua Primeiro de Março, s/n°, Praça XV, Centro – RJ.
Autor do livro “O levante dos posseiros: a revolta camponesa de Porecatu e a ação do Partido Comunista Brasileiro no campo”, Ângelo Priori, Doutor em História pela Unesp e professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Maringá, escreve sobre a luta organizada por camponeses em defesa da posse da terra na região Norte do Estado do Paraná, no final da década de 1940 e início da de 1950. A resistência camponesa tomou corpo a partir da intervenção de militantes e dirigentes do Partido Comunista Brasileiro, que, através de uma ampla rede de solidariedade, conseguiram organizar a luta armada por um período superior a dois anos.
Acompanhe a série de reportagens feita pela Agência de Notícias da Assembléia Legislativa de Santa Catarina sobre a atuação do PCB na cidade de Porto União no norte do estado e ação da repressão com o golpe de 1964.
Causas econômicas do antipetismo da classe média
Golbery Lessa (membro do Comitê Central do PCB)
Jovens de Brasília assinam, durante manifestação em 15 de março, petição proposta pela TFP (Tradição, Família e Propriedade).
Se a esquerda deseja ter clareza sobre como agir diante da ampliação das manifestações organizadas por setores reacionários da classe média, precisa procurar uma explicação científica para o fato e não embarcar na versão apresentada pelo governo federal. É mais fértil procurar entender as bases econômicas, culturais e políticas do reacionarismo do que concebê-lo como um improvável desvio moral simultâneo de milhões de indivíduos. Seria desastroso fundamentar apenas na intuição o discurso e as ações contrários às dimensões ultradireitistas das manifestações corridas no último 15 de março. Para a esquerda, é mais importante tentar compreender os fatos do que promover uma competição para saber qual dos seus analistas ridiculariza melhor o bizarro discurso das passeatas verde-amarelas e cria o mais engenhoso anátema para estigmatizar os setores médios.
O Coletivo Feminista-Classista Ana Montenegro (CAM) convida a todos e todas para o evento onde celebraremos o centenário da camarada Ana Montenegro.
Local: Associação José Martí
Rua 13 de Maio n° 23, Sala 1624.
Nascida em 13 de abril de 1915, em Quixeramobim (CE), Ana Montenegro estudou Letras e Direito na UFRJ e depois se radicou na Bahia. Participou desde muito jovem de iniciativas promovidas pelo movimento de esquerda. Filiou-se ao Partido Comunista (PCB) em 1944. Grande ativista do Movimento de Mulheres, foi fundadora da União Democrática de Mulheres da Bahia (1945). Também participou da fundação da Federação Brasileira de Mulheres – organização ligada ao PCB, da Liga Feminina da Guanabara, criada em 1959, e do Comitê Feminino Pró-Democracia. Atuou na Frente Nacionalista Feminista desde meados dos anos 1950 até o golpe de 1964.
A Fundação Dinarco Reis (FDR), na figura de seu presidente, Dinarco Reis Filho, em conjunto com o PCB em Goiás, realizou em Goiânia, no dia 26 de março de 2015, uma cerimônia em homenagem a comunistas históricos, das lutas da cidade e do campo, que militaram e construíram o PCB em Goiás. Prestigiaram a atividade as direções estaduais do PSOL, PSTU e militantes do PDT.
Marxismo21 homenageia Armênio Guedes, figura histórica do Partido Comunista Brasileiro, recentemente falecido, aos 92 anos.
Um depoimento da historiadora Marly Vianna e materiais sobre a militância política constam desta merecida homenagem ao auto-denominado “comunista avulso”.
“Nestor Vera nasceu em Ribeirão Preto, interior de São Paulo em 19 de julho de 1915. Seus pais trabalhavam no campo. Teve cinco filhos com sua companheira Maria Miguel Dias. Foi sequestrado no dia 01 de abril de 1975 na Avenida Olegário Maciel, centro de Belo Horizonte. Nestor Vera foi reconhecido como Desaparecido Político pela Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (processo número 212/96), com base na lei número 9.140/1995. […] Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, o agente da repressão Cláudio Guerra confirmou seu assassinato pelo aparato repressivo da ditadura.”
31 de Março de 2015
18 horas
Local: Auditório da OAB/RJ – Avenida Marechal Câmara, 150 – 9º andar, Centro – RJ