“A imprensa comunista deve ser desenvolvida e melhorada pelo Partido com uma energia infatigável.
Nenhum jornal poderá ser reconhecido como órgão comunista se não estiver submetido às diretrizes do Partido. Esse princípio deve ser aplicado também para as produções literárias como livros, brochuras, escritos periódicos etc., levando em consideração seu caráter científico, de propaganda ou outro.”
Assim começam as resoluções sobre o capítulo VI (Sobre a Imprensa do Partido) das Teses do III Congresso da Internacional Comunista sobre a Estrutura, os Métodos e a Ação dos Partidos Comunistas.
Apresentamos a argumentação e anotações para o roteiro de “Notícias da Antiguidade Ideológica: Marx, Eisenstein, ‘O Capital’ “, filme multimídia do cineasta alemão Alexander Kluge. Assista ainda a um trecho da obra.
Neste artigo, Raquel Oliveira Silva, mestranda em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), reflete sobre a política de massas do Partido Comunista Brasileiro (PCB) após o Estado Novo, em interface com a teoria de partidos políticos elaborada por Antonio Gramsci no número 13 dos seus Cadernos do cárcere.
Nesse artigo, publicado originalmente em 3 de Dezembro de 1905 no jornal Nóvaia Jizn, Lênin aborda a questão do socialismo e da religião. Trata-se de importante contribuição do revolucionário russo para entender o papel da religião na ótica do marxismo revolucionário, na conjuntura dos embates travados entre o proletariado russo e as classes dominantes reacionárias, em princípios do século XX, no período anterior à Revolução Bolchevique.
Para celebrar os 75 anos de nascimento de Vladimir Herzog, o instituto que leva seu nome promove, a partir desta quinta-feira (31), vários eventos culturais gratuitos em São Paulo. “Procuramos reunir atividades gratuitas e culturais que possam contribuir para a discussão sobre a importância da memória para um povo”, afirma Ivo Herzog, filho do jornalista e diretor executivo do instituto.
Nesse artigo, publicado no
Em Caxias, Maranhão, o Partidão foi fundado em 1953, há 59 anos, pelo ferroviário Benedito Marques Teixeira. Homem simples, de irretocável idoneidade, zeloso pai de família, Benedito despertou para as ideias e os valores socialistas a partir das conversas com o amigo e cunhado engenheiro Jadihel Carvalho, homem de renomada cultura e saber teórico, que nutria convicções marxistas. Benedito não pôde avançar muito nos estudos escolares, interrompidos no 5º ano ginasial. Abandonou a escola porque precisou trabalhar para sustentar a família, mas tornou-se grande conhecedor da doutrina do Partido através da literatura marxista-leninista.
Neste artigo, Muniz Ferreira, membro do Comitê Central do PCB, debate a produção artística, científica e cultural da intelectualidade comunista brasileira na segunda metade do século 20 (1956-1964), que contribuíram para estruturar um sistema “midiático” alternativo na sociedade brasileira, sob a direção do PCB.