O jornalista Ticiano Rodrigues escreve artigo em que destaca a militância política de Mario Lago
Autor: Nathália Mozer
Relançados os dois volumes de “A luta de classes no Brasil e o PCB”
“Sobre cada passagem deste livro, são cabíveis discussões e polêmicas. Mas, no seu todo, algo é indiscutível: trata-se de uma ferramenta de trabalho que, posta em mãos hábeis, é indispensável propedêutica para a militância pela causa da paz, do progresso social e do socialismo – afinal a razão de ser da vida de Dinarco Reis”. Dessa forma, José Paulo Netto termina sua apresentação dos dois volumes de “A luta de classes no Brasil e o PCB”, obra de Dinarco Reis lançada inicialmente nos anos 1980 e que agora acaba de ganhar versão revista e ilustrada através de iniciativa da Fundação Dinarco Reis.
O julgamento de Dimitrov
Dirigente da Internacional Comunista, o comunista búlgaro Georgi Dimitrov foi preso na Alemanha nazista sob a acusação do famoso incêndio do Reichstag, o parlamento alemão, em fevereiro de 1933. Tendo dispensado advogados, assumiu a própria defesa e desmascarou, no julgamento do processo, a farsa montada pelo nazismo para criminalizar os comunistas e desencadear feroz repressão contra as massas populares na Alemanha.
A produção político-cultural do PCB dos anos 30 aos 60
Nesse artigo, o secretário Nacional de Formação Política do PCB Ricardo Costa avalia a trajetória cultural do Partido ao longo de três décadas.
História Econômica do Brasil
História Econômica do Brasil, de Caio Prado Jr., abarca a trajetória do país desde o início da colonização até meados do século XX. A tese central do autor é a de que houve um sistema colonial brasileiro, de moldes pré-capitalistas, por ele denominado “velho sistema” e que teria durado até o final da II Guerra.
Reboquismo e dialética – resenha de Antonio Carlos Mazzeo
Confira resenha de Antonio Carlos Mazzeo sobre a obra Chvostimus und Dialektik, que pode ser traduzida como “Reboquismo e dialética”, de György Lukács. Publicado originalmente na terceira edição da revista Novos Temas.
“Não Nos Assustemos Com o Debate”
Reproduzimos a seguir artigo de Astrojildo Pereira em defesa da Revolução de Outubro e da constituição do Partido comunista Brasileiro (PCB) publicada na terceira edição da revista Movimento Comunista, em março de 1922.
Balanço de direção apresentado pelo Comitê Central ao V congresso do PCB (1960)
O XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) teve imenso impacto sobre a militância do PCB. Consequentemente, o Comitê Central do partido eleito no IV Congresso viveu intensa luta interna, que começou a ser ultrapassada com a Declaração de Março de 1958. Entretanto, as disputas de concepção no interior do PCB permaneceram até a realização do V Congresso (setembro de 1960), que coloca como tarefa imediata a conquista da legalidade, para o que era necessário o Partido se adequar juridicamente à legislação partidária, inclusive com a mudança do nome “Partido Comunista do Brasil (PCB)” para Partido Comunista Brasileiro (PCB).
A conquista da Copa do Mundo de 70 no editorial da “Voz Operária”
Como os comunistas lidaram com a conquista da Copa do Mundo de 1970, durante a ditadura militar? Confira a análise do PCB estampada no editorial do órgão oficial do partido naquele período, o jornal Voz Operária.
Roberto Morena, presente!
Nascido no dia de 7 de junho de 1902, no Rio de Janeiro, filho de imigrantes italianos, Roberto Morena tornou-se entalhador de imóveis e em seu primeiro emprego aderiu ao sindicato. Por ser um dos raros operários alfabetizados de seu ramo, Morena tornou-se de imediato secretário do sindicato. Anarquista desde os bancos escolares, defendeu as suas posições políticas até 1924, quando, aderindo à corrente liderada por Astrojildo Pereira, ingressou no PCB, tornando-se um “profissional da revolução”.