Viva os 90 anos do PCB!
No dia 25 de março de 1922, trabalhadores brasileiros reuniram-se em Niterói.
Eram representantes de vários agrupamentos comunistas que existiam pelo país. Estavam marcados pelos acontecimentos da Revolução Russa, pelos movimentos grevistas que agitavam as ruas e fábricas, e desejavam lutar para transformar o Brasil. Criaram um Partido para combater a opressão e tinham no horizonte a perspectiva do socialismo, como forma de emancipação humana.
Intervenção feita por Horácio Macedo na ocasião do “X Congresso Extraordinário do PCB” em 1992, em São Paulo. Horácio Macedo foi um dos líderes do Movimento Nacional em Defesa do PCB, que se aglutinou contra a tentativa de liquidação do partido por aqueles que criaram o PPS.
Raimundo Alves de Souza, mais conhecido como Raimundão, foi responsável por algumas gráficas do PCB ao longo de sua militância. Pouco antes de seu falecimento, ocorrido em 2006, ele foi retratado em perfil escrito pelo jornalista Paulo Schueler.
A editora Expressão Popular promove, no próximo dia 11, o debate “O pensamento de J. C. Mariátegui e o Movimento Comunista”, em São Paulo.
É comum ouvir que o metrô de Moscou é uma das mais belas obras do mundo. Aliás, suas estações são um dos pontos turísticos mais visitados da capital russa. Quando foi construído, era uma obra inédita no mundo, não somente devido à beleza. Tratava-se de uma obra de engenharia ainda não tentada em outra parte do globo.
Neste artigo, Lev Vigotski enfatiza a contribuição de Marx para o tema da corrupção da personalidade humana provocada pelo crescimento da sociedade capitalista industrial.
“A imprensa comunista deve ser desenvolvida e melhorada pelo Partido com uma energia infatigável.
Apresentamos a argumentação e anotações para o roteiro de “Notícias da Antiguidade Ideológica: Marx, Eisenstein, ‘O Capital’ “, filme multimídia do cineasta alemão Alexander Kluge. Assista ainda a um trecho da obra.
Neste artigo, Raquel Oliveira Silva, mestranda em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), reflete sobre a política de massas do Partido Comunista Brasileiro (PCB) após o Estado Novo, em interface com a teoria de partidos políticos elaborada por Antonio Gramsci no número 13 dos seus Cadernos do cárcere.