“Stalin: história e crítica de uma lenda negra”. Um livro de Domenico Losurdo

Em artigo datado e 27 de outubro de 2009, Miguel Urbano Rodrigues comenta o tom ainda emocional do debate sobre o chamado “estalinismo”. Não à toa, descreve em seu texto que “Vivi essa situação este ano ao publicar um desambicioso artigo – Sobre Trotsky – Do Mito à Realidade (odiario.info). Em Portugal, alguns camaradas que admiro acusaram-me de trotskista; no Brasil, onde o artigo, mais divulgado, desencadeou polêmicas, professores das Universidades de Campinas e do Rio Grande do Sul dedicaram-me trabalhos acadêmicos, definindo-me como stalinista ortodoxo.”

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A recepção de Lukács no Brasil

Garimpamos no site Herramienta este artigo do professor Celso Frederico sobre a recepção às idéias de Lukács no Brasil, que começa da seguinte forma: “É somente após o XX Congresso do PCUS (Partido Comunista da União Soviética), em 1956, quando se inicia, ainda que parcialmente, o rompimento com a ortodoxia stalinista, que Lukács começa a ser conhecido pelo movimento comunista e, consequentemente, pela esquerda brasileira”.

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‘Para entender O Capital’, de David Harvey

Fruto dos mais de quarenta anos de cursos sobre O capital de Marx (livro I) lecionados pelo geógrafo marxista David Harvey em universidades ao redor do mundo, Para entender O Capital – que é relançado no Brasil pela Boitempo Editorial – é uma introdução para a compreensão de O Capital, que chega em momento oportuno, de uma renovação do interesse pela análise das obras de Marx, em busca de um melhor entendimento das origens da falência econômica e dos nossos problemas atuais.

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Boitempo lança ‘O Capital – Livro I’

Em 2011, a Boitempo deu início a uma de suas maiores empreitadas editoriais: a tradução completa de O capital, a principal obra de maturidade de Karl Marx. Em março de 2013, em meio ao projeto MARX: a criação destruidora, um conjunto de eventos que reuniu milhares de pessoas para debater a atualidade de seu pensamento, foi lançado o primeiro livro, O processo de produção do capital, traduzido pela primeira vez a partir da edição preparada no âmbito do projeto alemão MEGA-2 (Marx-Engels Gesamtausgabe), com tradução de Rubens Enderle.

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Prestes e a inauguração do ‘Estádio Proletário’, do Bangu

A inauguração do Estádio Proletário foi revestida de grande importância no Rio de Janeiro. Como descreve o falecido camarada Aristélio de Andrade na apresentação do livro Eternamente Bangu, “Guilherme da Silveira, o “Silveirinha”, o dono da fábrica e de tudo que a cercava, convidou para inaugurar as novas instalações do campo, batizando-as oficialmente como Estádio Proletário, não foi outro senão o líder do PCB, Partido Comunista Brasileiro, o Partidão, na época na ilegalidade: Luiz Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”. A placa comemorativa ao ato existiu até 1964.” Com o golpe militar, foi retirada de lá.

No artigo Momentos marcantes da história do Bangu, José Rezende descreve essa e outras histórias do clube da Zona Oeste carioca. Confira:

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