A inauguração do Estádio Proletário foi revestida de grande importância no Rio de Janeiro. Como descreve o falecido camarada Aristélio de Andrade na apresentação do livro Eternamente Bangu, “Guilherme da Silveira, o “Silveirinha”, o dono da fábrica e de tudo que a cercava, convidou para inaugurar as novas instalações do campo, batizando-as oficialmente como Estádio Proletário, não foi outro senão o líder do PCB, Partido Comunista Brasileiro, o Partidão, na época na ilegalidade: Luiz Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”. A placa comemorativa ao ato existiu até 1964.” Com o golpe militar, foi retirada de lá.
No artigo Momentos marcantes da história do Bangu, José Rezende descreve essa e outras histórias do clube da Zona Oeste carioca. Confira:
Leia mais →