Livro Cartas a Marighella

Está sendo relançado, na versão e-book, o livro Cartas a Marighella, de Claudio Estevam de Azevedo Reis. Baseado em fatos reais, a obra narra a história de uma jovem do interior do Estado da Bahia, que tem seu interesse despertado pela situação política e social do país através do jornal “O MOMENTO”, publicado na década de 1940, período de curta liberdade e seguido de extrema repressão ao Partido Comunista (PCB). A partir de então, inicia a troca de uma longa série de cartas com o deputado Carlos Marighella. Nelas a figura amiga, fraterna e sincera do deputado acaba influenciando o amadurecimento político e social da jovem e dos amigos mais próximos. Carlos Marighella, futuro líder da guerrilha urbana no Brasil, marcou com sua coerência, integridade e luta política a vida daquela jovem.

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O PCB e a guerra da Coréia: Memória, História e Imaginário Social

Na década de 1950, um dos objetivos dos comunistas brasileiros era o de impedir a participação do Brasil na Guerra da Coréia ao lado dos Estados Unidos. O PCB patrocinou a “Campanha Contra o Envio de Soldados Brasileiros para a Coréia”, através de passeatas, enterros simbólicos, coleta de assinaturas, comícios relâmpagos, manifestações populares etc., objetivando pressionar a opinião pública brasileira e, sobretudo, o governo para que o Brasil não enviasse nenhum membro das forças armadas para participar do conflito, a primeira intervenção militar liderada pelos EUA na chamada Guerra Fria. As mobilizações do PCB, dentre as quais se destacou a corajosa ação empreendida por Elisa Branco em São Paulo, foram fundamentais para impedir o envio de tropas brasileiras pelo governo. Jayme Ribeiro, Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro/Faculdade de Formação de Professores (UERJ-FFP), neste trabalho, reconstrói a memória acerca do ideário pacifista abraçado pelos comunistas naquele período histórico.

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Marxismo e religião

A questão religiosa esteve presente nos estudos e análises desenvolvidos pelo marxismo desde o início, como indicam os trabalhos dos jovens Marx e Engels sobre as relações entre religião, filosofia, política, ideologia e revolução. Apesar da forte presença da questão religiosa nas reflexões dos principais teóricos marxistas, ao longo dos anos o debate sobre o tema foi relativamente subvalorizado por conta de uma interpretação equívoca do legado marx-engelsiano, que concebia o fenômeno religioso como um mero reflexo da dinâmica econômica ou como simples ideologia passadista, destinada ao desaparecimento histórico.

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A Revolução de Outubro

Quase um século depois do acontecimento mais importante da História até hoje: a primeira revolução proletária do mundo.

Assinalamos a data com um texto que pretende apenas dar uma visão geral do processo revolucionário russo, como forma de incentivarmos o seu estudo e as lições que ele traz para a luta dos trabalhadores nos dias de hoje.

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Lançamento do livro Luta e Memória

Lançamento:

Luta e Memória: A preservação da memória histórica do Brasil e o resgate de pessoas e de documentos das garras da ditadura.

Com depoimentos de Zuleide Faria de Melo, Marly Vianna e Dora Henrique da Costa, o livro organizado pela Professora Maria Ciavatta fala sobre a luta pela preservação dos arquivos de Astrojildo Pereira bem como do resgate de pessoas e documentos durante a ditadura.

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Por quem os sinos dobram?

Por quem os sinos dobram?

Texto do jornalista Luiz Carlos Azedo, ex-integrante do Comitê Central do PCB.

“Nunca se vence uma guerra lutando sozinho

Cê sabe que a gente precisa entrar em contato”,

Raul Seixas

A referência ao título do romance de Ernest Hemingway, que retrata a Guerra Civil Espanhola, tem muito a ver, mas a inspiração veio mesmo é da música de Raul Seixas. Este texto é uma homenagem aos que foram sequestrados, presos, torturados e mortos porque lutavam pela liberdade e pela democracia no Brasil durante o regime militar. Especialmente àqueles militantes e dirigentes do PCB que o fizeram pacificamente, apenas defendendo com coragem, dedicação e sacrifício pessoal os seus ideais, seja no trabalho clandestino, seja nas suas atividades legais.

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Por quem os sinos dobram?

Por quem os sinos dobram?

Texto do jornalista Luiz Carlos Azedo, ex-integrante do Comitê Central do PCB.

“Nunca se vence uma guerra lutando sozinho

Cê sabe que a gente precisa entrar em contato”,

Raul Seixas

( http://letras.mus.br/raul-seixas/70211/ )

A referência ao título do romance de Ernest Hemingway, que retrata a Guerra Civil Espanhola, tem muito a ver, mas a inspiração veio mesmo é da música de Raul Seixas. Este texto é uma homenagem aos que foram sequestrados, presos, torturados e mortos porque lutavam pela liberdade e pela democracia no Brasil durante o regime militar. Especialmente àqueles militantes e dirigentes do PCB que o fizeram pacificamente, apenas defendendo com coragem, dedicação e sacrifício pessoal os seus ideais, seja no trabalho clandestino, seja nas suas atividades legais.

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Marx, Gramsci e o poder: dois marxismos?

Marx, Gramsci e o poder: dois marxismos?

Por Juliano Medeiros*

Marx foi um dos mais influentes pensadores do nosso tempo. Inspirados por suas ideias, movimentos políticos, organizações sociais e correntes de pensamento ajudaram a forjar o século XX. Portanto, sua obra teve uma influência não só intelectual, mas também política. Como típico pensador de seu tempo, Marx tem uma obra que abrange a economia, o direito, a filosofia, a história e a política. Estruturando uma interpretação que reunia diferentes campos do conhecimento – a chamada “Economia Política” – desenvolveu sua teoria a partir da análise do funcionamento do capitalismo e seus impactos sobre a totalidade da organização social.

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