“Inspirai a minha lira
Oh! Deuses da liberdade;
Alimentai-vos meus versos
Com as tintas da igualdade
Para que eu possa cantar
A saga de uma cidade.
“Inspirai a minha lira
Oh! Deuses da liberdade;
Alimentai-vos meus versos
Com as tintas da igualdade
Para que eu possa cantar
A saga de uma cidade.
“Vianinha construiu uma dramaturgia que investigou as aspirações e os dilemas da condição humana”. Por Maura Voltarelli, publicado originalmente em Agência Educação Política.
Nesta quarta-feira, em São Paulo
O site da Fundação Dinarco Reis disponibiliza o livro “Os 10 dias que abalaram o mundo”, de John Reed, que retrata a Revolução de Outubro.
Estatuto Aprovado no Congresso de Fundação do PCB entre 25 e 27 de março de 1922, no Rio de Janeiro.
O jornalista Ticiano Rodrigues escreve artigo em que destaca a militância política de Mario Lago
“Sobre cada passagem deste livro, são cabíveis discussões e polêmicas. Mas, no seu todo, algo é indiscutível: trata-se de uma ferramenta de trabalho que, posta em mãos hábeis, é indispensável propedêutica para a militância pela causa da paz, do progresso social e do socialismo – afinal a razão de ser da vida de Dinarco Reis”. Dessa forma, José Paulo Netto termina sua apresentação dos dois volumes de “A luta de classes no Brasil e o PCB”, obra de Dinarco Reis lançada inicialmente nos anos 1980 e que agora acaba de ganhar versão revista e ilustrada através de iniciativa da Fundação Dinarco Reis.
Dirigente da Internacional Comunista, o comunista búlgaro Georgi Dimitrov foi preso na Alemanha nazista sob a acusação do famoso incêndio do Reichstag, o parlamento alemão, em fevereiro de 1933. Tendo dispensado advogados, assumiu a própria defesa e desmascarou, no julgamento do processo, a farsa montada pelo nazismo para criminalizar os comunistas e desencadear feroz repressão contra as massas populares na Alemanha.
Nesse artigo, o secretário Nacional de Formação Política do PCB Ricardo Costa avalia a trajetória cultural do Partido ao longo de três décadas.
História Econômica do Brasil, de Caio Prado Jr., abarca a trajetória do país desde o início da colonização até meados do século XX. A tese central do autor é a de que houve um sistema colonial brasileiro, de moldes pré-capitalistas, por ele denominado “velho sistema” e que teria durado até o final da II Guerra.