DOPS x PCB no norte do Paraná

Em Discursos e representações: a DOPS e o PCB no Norte do Paraná (1945-1953), a doutoranda em História pela UNESP Verônica Karina Ipólito analisa os discursos e as representações da Delegacia de Ordem Política e Social (DOPS) frente à atuação dos militantes do PCB na região norte do Paraná no período compreendido entre o fim do regime estadonovista e a promulgação da Lei de Segurança Nacional (LSN) em 1953.

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Noam Chomsky: Quem é o dono do mundo?

Reproduzimos a seguir entrevista com Noam Chomsky publicada originalmente em Agência Carta Maior.

A América Latina tem uma enorme quantidade de riqueza, mas está muito concentrada nas mãos de uma pequena elite, de perfil europeizado e branca em sua maioria, existindo ao lado de uma enorme pobreza e miséria. Há algumas tentativas de começar a fazer frente a esse quadro, o que é importante – outra forma de integração – e a América Latina está, de algum modo, se afastando do controle estadunidense.

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‘Mídia, poder e contrapoder’

Confira release da Boitempo sobre o livro Mídia, poder e contrapoder.

Dênis de Moraes, Ignacio Ramonet e Pascual Serrano assinam a seis mãos os ensaios que integram o livro Mídia, poder e contrapoder: da concentração monopólica à democratização da informação, a ser lançado pela Boitempo Editorial.

Organizada por Moraes, a obra reúne seis textos que fazem uma reflexão crítica sobre o poder mundial da mídia, a cultura tecnológica, a comunicação globalizada, o jornalismo contra-hegemônico em rede, as políticas públicas de direito à comunicação e a democratização da informação na América Latina.

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Sobre a teoria leninista do reflexo e do aprofundamento – parte III

“Materialismo e empiriocriticismo não trata tão só de questionar o ponto de vista de Mach ou da física fenomenológica, mas também do materialismo mecanicista, assim como das formas de realismo que se reclamam concepções mecanicistas. O combate às críticas feitas ao materialismo pelas tendências de tipo fenomenológico é visto por Lênin como da maior urgência”. Saiba porque na terceira parte do artigo Sobre a teoria leninista do reflexo e do aprofundamento, escrito pelo filósofo marxista Giulio Giorello.

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Lembrando Jacob Feldman

Faleceu em fins de maio o jornalista Jacob Feldman, militante do PCB nas décadas de 1950 e 1960 e que foi ainda secretário de redação do Jornal Hoje, editado naqueles tempos pelo Comitê Regional do Partido em São Paulo.

Acerca de Jacob, transcrevemos algumas de suas palavras para a tese de pós-graduação de Pedro Estevam da Rocha Pomar, Comunicação, cultura de esquerda e contra-hegemonia: o jornal Hoje (1945-1952), orientado pelo Prof. Dr. Celso Frederico.

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‘O comunista que não deixou rastro’

A Editora Revan promove o lançamento do livro O comunista que não deixou rastro, com presença do autor Evandro Rodrigues de Britto, na próxima segunda-feira (10), no Rio de Janeiro. A obra consiste em uma biografia de Letelba Rodrigues de Britto.

Letelba, pai do autor, teve participação ativa na vida política do país como advogado do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Defendeu a própria instituição – alvo de perseguições política e judicial durante as décadas de 1950 a 1970 – e nomes como Luis Carlos Prestes, Marighela e outros renomados dirigentes comunistas.

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Os ventos que sopraram do leste: o PCB entre o fim da história e o marxismo

Escrito pelos integrantes do Comitê Central do PCB Hiran Roedel e Heitor Oliveira, Os ventos que sopraram do leste: o PCB entre o fim da história e o marxismo compara a luta político-ideológica ocorrida no PCB e que gerou a criação do PPS, com o processo de mudanças manifestas na antiga URSS e no Leste Europeu.

“Visto de forma dialética, o impacto de tais mudanças, associado à dinâmica histórica do Brasil nos anos 80 do século XX, resulta em caminhos distintos para os comunistas brasileiros que desembocam na divisão em dois partidos”, escrevem os autores.

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Sobre a teoria leninista do reflexo e do aprofundamento – parte II

“A diferença entre Lênin e Rücker reside, a nosso ver, na correção que Lênin opôs à defesa do realismo como entendido por Rücker: não realidade última, mas realidade objetiva, refletida pela teoria. É preciso lembrar, no entanto, que a defesa do realismo feita por Rückert é antes de tudo uma defesa do atomismo mecanicista. Sua argumentação está fundamentada em duas partes distintas.” Descubra-as na segunda parte do artigo Sobre a teoria leninista do reflexo e do aprofundamento, escrito pelo filósofo marxista Giulio Giorello. Italiano.

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