Nascido no Rio Grande do Sul em 03 de julho de 1917 – justo no ano da Revolução Bolchevique na Rússia, a Revolução Socialista que mudaria a história da humanidade e influenciaria diretamente a vida deste incrível personagem que foi “João Sem Medo”.
Autor: Caio Andrade
Audiência Pública: Centenário de Ana Montenegro

Trombas e Formoso: o triunfo camponês
Trombas e Formoso: o triunfo camponês
Valter Waladares, participante da guerrilha
Entrevista concedida a Ana Lúcia Nunes de Sousa, jornalista e professora da Universidade Federal de Goiás
Em meados da década de 50, o meio-norte do estado de Goiás — hoje extremo norte, devido à divisão do estado — foi o palco de uma das mais importantes lutas camponesas do país, episódio conhecido como A guerrilha de Trombas e Formoso. Leia mais
Formoso Memórias de uma Luta
PAULO NUNES BATISTA, nascido em 1924, é poeta e escritor paraibano radicado em Anápolis, Goiás. Editou 11 livros, sendo nove de poesia, um de ensaio e um de contos, além de mais de 150 folhetos como cordelista. É membro da Academia Goiana de Letras e de outras instituições culturais. Paulo Nunes Batista adotou, em seus versos de cordel, vários pseudônimos, como o de “Pau Brasil”, com o fim de livrar-se da perseguição policial que, em todo o Brasil, movia-se contra os comunistas. No poema “Formoso, memórias de uma luta”, homenageia os camponeses que organizaram a guerrilha contra o latifúndio ao norte do Estado de Goiás em meados da década de 1950.
Formoso Memórias de uma Luta
O Trotsky de Padura, Danton e a Revolução por Miguel Urbano Rodrigues
O Trotsky de Padura, Danton e a Revolução
por Miguel Urbano Rodrigues
O mais recente livro do escritor cubano Leonardo Padura tem sido largamente promovido, com numerosas edições em castelhano, português e outras línguas. O jornal Público consagrou três páginas ao livro e ao autor. O livro tem valor literário. Mas o que obviamente justifica este entusiasmo é que o autor abomina – é a palavra – o socialismo e o comunismo. Embora não o afirme explicitamente nos seus livros, põe os seus personagens a falar por si.
Sessão Solene: 80 anos da A.N.L

Sessão solene
80 anos da A.N.L
Dia 07 de Maio de 2015.
Hora: 18:00
Local: Palácio Tiradentes (Alerj)
Plenário Barbosa Lima Sobrinho
Rua Primeiro de Março, s/n°, Praça XV, Centro – RJ.
A Revolta Camponesa de Porecatu. Ângelo Priori
Autor do livro “O levante dos posseiros: a revolta camponesa de Porecatu e a ação do Partido Comunista Brasileiro no campo”, Ângelo Priori, Doutor em História pela Unesp e professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Maringá, escreve sobre a luta organizada por camponeses em defesa da posse da terra na região Norte do Estado do Paraná, no final da década de 1940 e início da de 1950. A resistência camponesa tomou corpo a partir da intervenção de militantes e dirigentes do Partido Comunista Brasileiro, que, através de uma ampla rede de solidariedade, conseguiram organizar a luta armada por um período superior a dois anos.
A participação dos Comunistas de Porto União (SC) durante a ditadura.
Acompanhe a série de reportagens feita pela Agência de Notícias da Assembléia Legislativa de Santa Catarina sobre a atuação do PCB na cidade de Porto União no norte do estado e ação da repressão com o golpe de 1964.
Causas econômicas do antipetismo da classe média
Causas econômicas do antipetismo da classe média
Golbery Lessa (membro do Comitê Central do PCB)
Jovens de Brasília assinam, durante manifestação em 15 de março, petição proposta pela TFP (Tradição, Família e Propriedade).
Se a esquerda deseja ter clareza sobre como agir diante da ampliação das manifestações organizadas por setores reacionários da classe média, precisa procurar uma explicação científica para o fato e não embarcar na versão apresentada pelo governo federal. É mais fértil procurar entender as bases econômicas, culturais e políticas do reacionarismo do que concebê-lo como um improvável desvio moral simultâneo de milhões de indivíduos. Seria desastroso fundamentar apenas na intuição o discurso e as ações contrários às dimensões ultradireitistas das manifestações corridas no último 15 de março. Para a esquerda, é mais importante tentar compreender os fatos do que promover uma competição para saber qual dos seus analistas ridiculariza melhor o bizarro discurso das passeatas verde-amarelas e cria o mais engenhoso anátema para estigmatizar os setores médios.
Centenário de Ana Montenegro
O Coletivo Feminista-Classista Ana Montenegro (CAM) convida a todos e todas para o evento onde celebraremos o centenário da camarada Ana Montenegro.
Local: Associação José Martí
Rua 13 de Maio n° 23, Sala 1624.