“O ciclo histórico em que nos encontramos caracteriza-se pela predominância da Estratégia Democrática Popular. Tal formulação encontra no Partido dos Trabalhadores (PT) sua forma de expressão organizativa e política e seu desenvolvimento corresponde ao percurso histórico deste partido desde sua formação em 1980 até a experiência de governo que completa em 2013 dez anos. Seria este último período, o do PT no governo, um abandono desta estratégia naquilo que lhe é essencial, ou, estaríamos diante de um momento de seu desenvolvimento no qual se manifesta em uma forma distinta daquela que a revestia quando de sua formulação original?”
É para responder a esta pergunta que o pré-candidato a presidência da república pelo PCB, Mauro Iasi, apresenta seu artigo O PT e a Revolução Burguesa no Brasil. Leia… e entenda porque o governo petista reforça a exploração do capitalismo no Brasil.
A seguir, oferecemos a você artigo da presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes (
50 anos após o Golpe de 1964, a Boitempo Editorial publica Ditadura: o que resta da transição, livro organizado pelo integrante do Comitê Central do PCB Milton Pinheiro, que nas palavras da assessoria da editora “enfrenta o desafio de reinterpretar uma história em que vários aspectos estão ainda por decifrar”.
Na sexta-feira 28 de março, às vésperas de se completar 50 anos do Golpe de 1964, o Partido Comunista Brasileiro e a Fundação Dinarco Reis organizam seminário sobre a resistência do “Partidão” ao governo ditatorial, que custou a vida de dezenas de camaradas e o desaparecimento de outros cujos restos mortais até hoje tem destino desconhecido. Durante a ocasião, será entregue a Medalha Dinarco Reis, in memorian, ao recentemente falecido presidente da ABI, Mauricio Azedo – que militou no PCB por décadas.
Ocorreu neste sábado (15 de março), em Goiânia, audiência pública sobre a luta camponesa de Trombas e Formoso, iniciada ainda nos anos 50, no então meio-oeste goiano (atualmente o norte do Estado).
A seguir você tem acesso a dois artigos, que apresentam abordagens e propostas diferentes sobre a questão agrária no Brasil. Em Contribuição sobre a ‘Questão Agrária’, Marcos Cassin e Mírian Helena Goldschmidt retratam o tema sob a análise de quatro artigos de Lênin. Já Balanço dos 30 anos do MST é uma intervenção de Maria Orlanda Pinassi no VI Congresso do MST.
Em Mídia, poder e contrapoder, Dênis de Moraes reúne ensaios próprios com outros de Ignacio Ramonet ePascual Serrano. O trabalho coloca em questão a configuração atual dos sistemas midiáticos na América Latina.
“Clássicos, rebeldes e renegados” é o subtítulo de Intérpretes do Brasil, livro que os professores de História da USP Luiz Bernardo Pericás e Lincoln Secco organizaram para traçar um amplo panorama do pensamento crítico político-social brasileiro dos séculos XX e XXI.
Reproduzimos a seguir matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo relatando estudo da historiadora Wendy Goldman, que chega ao Brasil no fim deste mês de março em formato de livro (pela Boitempo Editorial). No texto, exemplos dos direitos conquistados pelas mulheres durante o período soviético – que forçaram o mesmo a ocorrer no mundo capitalista.
Em A questão indígena: acumulação por espoliação e monopolização do território (A economia política do agronegócio), o professor José Gilberto de Souza, da Unesp, aponta a “apropriação de terras e as determinações de preços sobre este fator de produção, bem como a compreensão das dinâmicas de homogeneização da paisagem, como expressão dos processos de territorialização do monopólio, de concentração e acumulação do capital”, vinculando a dinâmica à espoliação das nações indígenas no Brasil.