“Após ter jugulado a guerrilha urbana e rural, o poder militar decidiu tomar a mesma providência em relação ao PCB, mesmo ciente de que este partido era infenso à luta armada”, afirma Vinicius Bandera em seu A ditadura caça o PCB: um recorte do período autoritário pós‐64.
De acordo com o autor, “essa decisão foi motivada pelo fato de o PCB ter sido um antigo inimigo da direita e porque os pecebistas eram portadores de uma ideologia antissistema”.
Este artigo de Milton Pinheiro, integrante do Comitê Central do PCB, relembra os camaradas assassinados pela ditadura empresarial-militar de 1964. Foi escrito ainda sob a emoção de ato que homenageou Carlos Marighella no local de seu falecimento, em 2012.
Na última semana, o Arquivo Público do Estado de São Paulo liberou documentação da repressão política para pesquisa. O site da Fundação Dinarco Reis foi ‘garimpar’ o material, do qual constam centenas de documentos sobre a repressão ao PCB.
Reproduzimos publicação do site Documentos Revelados que revela documento emitido pela Secretaria de Segurança e Informações de Santa Catarina que contém relação de 236 pessoas apontadas como militantes do Partido Comunista Brasileiro.
O site Documentos Revelados acaba de tornar público um conjunto de materiais apreendidos pela polícia política durante a prisão de Elson Costa, integrante do Comitê Central do PCB assassinado sob tortura e cujos restos mortais até hoje tem localização desconhecida.
O site Documentos Revelados disponibilizou material sobre a perseguição que o PCB sofreu nos estados do Paraná e Santa Catarina em 1967, um ano antes da Ditadura baixar o Ato Institucional Nº 5.
O livro Cela 14 – Militância, Prisão e Liberdade, espécie de autobiografia de Horieste Gomes, relata episódios da luta daqueles que se opuseram ao golpe militar de 1964 em Goiás. Na época militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Horieste ficou preso no Pelotão de Investigações Criminais (PIC) em Brasília, durante o governo Médici – ponto de partida para a obra.