Parte I https://www.youtube.com/watch?v=BNImLVCIRWw
Autor: Nathália Mozer
Sobre a teoria leninista do reflexo e do aprofundamento – Final
” O materialismo dialético não pretende mostrar a impossibilidade de um idealismo coerente, e ainda menos, distinguir entre as teorias científicas dadas, aquilo que é materialismo e aquilo que não o é. Enfim, não pretende mesmo existir uma espécie de experiência crucial em filosofia que poderia nos dirigir de maneira determinante para o materialismo e contra o idealismo. Isso seria característico de um materialismo metafísico ou mesmo uma caricatura do parti pris em filosofia, útil a quem queira taxar de dogmatismo o materialismo dialético. É somente uma caricatura e uma caricatura mal feita. O materialismo dialético não tem essas profundas aspirações que os marxistas a la Bogdanov de ontem e de hoje lhe atribuem. Aquele que hoje estima que as noções leninistas do reflexo e do aprofundamento podem fornecer úteis indicações para a compreensão do sentido e do progresso das teorias científicas (no sentido mais amplo do termo, socialismo científico inclusive) não deve se sentir muito descontente: o julgamento contido na frase de Lenin quanto a Ward, citada acima, é suficiente.”
Entenda porque na quarta e última parte do artigo Sobre a teoria leninista do reflexo e do aprofundamento, escrito pelo filósofo marxista Giulio Giorello.
‘Entrevistas com a História’ – Ciro Flamarion Cardoso
A Fundação Dinarco Reis homenageia o Prof. Ciro Flamarion Santana Cardoso, falecido no último dia 27 de junho, reconhecidamente um dos maiores historiadores marxistas brasileiros da atualidade. Ciro foi um bravo resistente ao processo acadêmico dominante nos tempos pós-modernos, que privilegia a formação de grupos encastelados com interesses privados em detrimento da construção plural, democrática e comprometida com as grandes questões sociais e históricas. Ciro foi um dos grandes historiadores do século XX, dedicando-se à História Antiga, América Colonial, História do Brasil, Teoria e Metodologia. Nunca abandonou a perspectiva marxista e sempre combateu os modismos que, de tempos em tempos, voltavam-se contra os defensores do materialismo histórico e dialético. Mesmo com as dificuldades de saúde na última década, foi importante combatente contra a ofensiva conservadora política e cultural, dentro e fora da universidade.
O governo petista como operador político da burguesia no Brasil
Confira nesse artigo de Milton Pinheiro, integrante da Comissão Política Nacional do PCB, como o PT e sua base de sustentação se transformaram em resolutos agentes da expansão capitalista no – e do… – Brasil.
Entrevista com Cecília Capistrano Bacha
Entrevista com Jacob Gorender sobre o PCB e sua atuação nos anos 50
Confira entrevista de Jacob Gorender para a Revista Brasileira de História, com análise sobre a atuação do PCB na década de 1950, concedida em julho de 2003.
DOPS x PCB no norte do Paraná
Em Discursos e representações: a DOPS e o PCB no Norte do Paraná (1945-1953), a doutoranda em História pela UNESP Verônica Karina Ipólito analisa os discursos e as representações da Delegacia de Ordem Política e Social (DOPS) frente à atuação dos militantes do PCB na região norte do Paraná no período compreendido entre o fim do regime estadonovista e a promulgação da Lei de Segurança Nacional (LSN) em 1953.
Zero Hora publica cadastro dos fichados do Dops no RS
O jornal Zero Hora publicou hotsite com 4,6 mil fichas de “coleta e processamento de informações” do Dops gaúcho, papéis que hoje estão sob a guarda do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul e disponíveis, em formato digitalizado, no site do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro.
Noam Chomsky: Quem é o dono do mundo?
Reproduzimos a seguir entrevista com Noam Chomsky publicada originalmente em Agência Carta Maior.
A América Latina tem uma enorme quantidade de riqueza, mas está muito concentrada nas mãos de uma pequena elite, de perfil europeizado e branca em sua maioria, existindo ao lado de uma enorme pobreza e miséria. Há algumas tentativas de começar a fazer frente a esse quadro, o que é importante – outra forma de integração – e a América Latina está, de algum modo, se afastando do controle estadunidense.
‘Mídia, poder e contrapoder’
Confira release da Boitempo sobre o livro Mídia, poder e contrapoder.
Dênis de Moraes, Ignacio Ramonet e Pascual Serrano assinam a seis mãos os ensaios que integram o livro Mídia, poder e contrapoder: da concentração monopólica à democratização da informação, a ser lançado pela Boitempo Editorial.
Organizada por Moraes, a obra reúne seis textos que fazem uma reflexão crítica sobre o poder mundial da mídia, a cultura tecnológica, a comunicação globalizada, o jornalismo contra-hegemônico em rede, as políticas públicas de direito à comunicação e a democratização da informação na América Latina.