Edmundo Juarez Filho se propõe a uma leitura alternativa para a obra São Bernardo, de Graciliano Ramos.
Na fortuna crítica do autor alagoano não se criou um consenso se a revolução que eclode pouco após a morte de Madalena é ou não a Revolução de 30 e, principalmente, qual a função desta revolução na economia do romance.
A tese de doutorado de Júlia Monnerat Barbosa debate a relação de Graciliano Ramos e Jorge Amado com o Partido Comunista Brasileiro entre as décadas de 30 a 50.
Em As mulheres professoras, as meninas leitoras e o menino leitor: a iniciação no universo da escrita no patriarcalismo rural brasileiro – uma leitura a partir da infância de Graciliano Ramos, Ana Lúcia Guedes Pinto e Roseli Aparecida Cação Fontana analisam a participação da mulher no processo de iniciação escritural das crianças, nas primeiras décadas do século XX, no nordeste brasileiro.
Cristiano Cezar Gomes da Silva debate as possibilidades de diálogo entre a História e a Literatura a partir da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, além de alguns dos seus manuscritos não-ficcionais.
Vicente Deocleciano Moreira vai, nesse artigo, comparar a trajetória do “Velho Graça” e de Gramsci através de um ponto em comum na biografia dos dois: a vivência dentro do presídio.
Neste artigo, Marx vai analisar duas questões. A primeira trata sobre em que medida se distinguem, sobre os trabalhadores, os efeitos da maquinaria daqueles da divisão do trabalho e da cooperação simples. A segunda, mais específica, acerca dos efeitos da maquinaria sobre os trabalhadores que ela mesma “elimina” e substitui.
Na quarta feira 20 de junho, às 19 horas, será lançado no Museu do Estado de Pernambuco, no Recife, o livro OS COLARES E AS CONTAS – Poemas Políticos, de Marcelo Mário de Melo, que o define como a síntese poética de uma experiência política. O livro é composto de 116 poemas divididos em seis blocos: as lentes da poesia, linhas gerais, poemas anti-burocráticos, coisa de prisão, poemas verbo-visuais e pichemas.
Neste artigo, Muniz Ferreira se ocupa da produção de Karl Marx e Friedrich Engels referente às relações diplomáticas entre os Estados nacionais europeus durante as décadas de 50 e 60 do século XIX.