Fruto dos mais de quarenta anos de cursos sobre O capital de Marx (livro I) lecionados pelo geógrafo marxista David Harvey em universidades ao redor do mundo, Para entender O Capital – que é relançado no Brasil pela Boitempo Editorial – é uma introdução para a compreensão de O Capital, que chega em momento oportuno, de uma renovação do interesse pela análise das obras de Marx, em busca de um melhor entendimento das origens da falência econômica e dos nossos problemas atuais.
Autor: Caio Andrade
91 anos de PCB e de luta dos trabalhadores
O historiador João Victor Nunes Leite, fiscal de transporte coletivo e membro do Comitê Regional do PCB em Goiás, comenta a trajetória de 91 anos do PCB.
Boitempo lança ‘O Capital – Livro I’
Em 2011, a Boitempo deu início a uma de suas maiores empreitadas editoriais: a tradução completa de O capital, a principal obra de maturidade de Karl Marx. Em março de 2013, em meio ao projeto MARX: a criação destruidora, um conjunto de eventos que reuniu milhares de pessoas para debater a atualidade de seu pensamento, foi lançado o primeiro livro, O processo de produção do capital, traduzido pela primeira vez a partir da edição preparada no âmbito do projeto alemão MEGA-2 (Marx-Engels Gesamtausgabe), com tradução de Rubens Enderle.
Prestes e a inauguração do ‘Estádio Proletário’, do Bangu
A inauguração do Estádio Proletário foi revestida de grande importância no Rio de Janeiro. Como descreve o falecido camarada Aristélio de Andrade na apresentação do livro Eternamente Bangu, “Guilherme da Silveira, o “Silveirinha”, o dono da fábrica e de tudo que a cercava, convidou para inaugurar as novas instalações do campo, batizando-as oficialmente como Estádio Proletário, não foi outro senão o líder do PCB, Partido Comunista Brasileiro, o Partidão, na época na ilegalidade: Luiz Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”. A placa comemorativa ao ato existiu até 1964.” Com o golpe militar, foi retirada de lá.
No artigo Momentos marcantes da história do Bangu, José Rezende descreve essa e outras histórias do clube da Zona Oeste carioca. Confira:
Apenas junto com as mulheres proletárias o Socialismo será vitorioso
Leia discurso da comunista alemã Clara Zetkin, organizadora mundial do movimento de mulheres, sobre a relação entre a emancipação da classe operária e a emancipação da própria mulher.
Os 101 anos do camarada Elizeu
Em 2012, o PCB homenageou o centenário militante comunista Elizeu Alves, vereador do Partido no Rio de Janeiro na primeira metade da década de 1950, com a Medalha Dinarco Reis. A entrega ocorreu durante as comemorações de 90 anos do PCB, em Ato Público ocorrido na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Mesmo aos 100 anos de idade, Elizeu fez questão de subir os altos degraus que dão início ao palco da ABI para fazer uso da palavra. Lembrou algumas passagens, camaradas e afirmou categoricamente que “valores não se compram nem se vendem”. Conheça um pouco sobre esse centenário comunista.
‘Os 113 anos de Gregório Bezerra, um herói nacional!’
Nesse artigo de Vergetti publicado originalmente no portal Vermelho, conhecemos um pouco mais da trajetória de Gregório Bezerra.
Os 110 anos do camarada ‘Mimo’
“Há 110 anos, em 13 de março de 1903, nascia em Imaruí, pequena cidade do sul do estado de Santa Catarina, o camarada Manoel Alves Ribeiro, o Mimo, como era conhecido, militante comunista desde os anos 30 do século passado até o seu falecimento em 29 de setembro de 1994. Foram décadas de dedicação à luta do nosso povo.” Assim começa texto biográfico sobre o camarada “Mimo”, publicado originalmente no site da Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes.
Gramsci, Lukács e José Paulo Netto nos falam de Marx e da atualidade de seu pensamento
Por ocasião dos 130 anos da morte de Marx, a página da Fundação Dinarco Reis disponibiliza textos de renomados autores marxistas, os quais, em contextos diferenciados, foram publicados com o propósito de defender e ajudar a difundir o legado teórico do fundador do materialismo histórico.
José Paulo Netto descreve o Marxismo
De acordo com José Paulo Netto, em O que é Marxismo, “Marx se absteve de quaisquer “previsões” sobre os traços, os ritmos e os contornos da sociedade comunista. Seus escrúpulos intelectuais o impediam de transformar a teoria em profecia. Aliás, todas as suas conclusões assentam em estudos de realidade: por exemplo, a função histórica que atribui ao proletariado (a de agente revolucionário) deriva da análise que faz da sua posição e do seu papel no interior da sociedade burguesa. Seus cuidados em evitar mitos e utopismos de qualquer espécie sempre o levaram a recusar prognoses que não tivessem lastro teórico-racional inferido da realidade.
Todo esse rigor, entretanto, não foi suficiente para evitar que duas de suas hipóteses mais caras fossem contraditadas pela história: a de que a revolução se iniciaria nos países capitalistas avançados e, a curto prazo, seria de âmbito mundial. Mas aí surgiu em cena um novo protagonista, que Marx apenas vislumbrou: o imperialismo, com a passagem do capitalismo para a idade do monopólio.”