Breve biografia de Olga

Confira breve biografia de Olga, retirada do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). Olga Gutmann Benário – que em sua atuação política usou os nomes de Olga Sinek, Eva Kruger, Maria Bergner Vilar, Olga Vilar, Ivone Vilar, Olga Meireles e Maria Prestes – nasceu em Munique, na Alemanha, em 1908, oriunda de uma família de judeus de classe média.

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Olga, por Manoel Venâncio Campos da Paz Junior

O texto a seguir foi escrito pelo médico Manoel Venâncio Campos da Paz Junior, filho de Manoel Venâncio Campos da Paz – um dos fundadores da Aliança Nacional Libertadora (ANL) e vereador pelo PCB em 1947. Os dois, pai e filho, estiveram presos em 1936. “Júnior” também sempre colaborou com o Socorro Vermelho, atendendo e operando de graça dezenas de militantes comunistas. Ficou preso no mesmo presídio que Olga e foi um dos presos a sair da cadeia para acompanhá-la naquela que seria sua ida ao hospital – na verdade, sua viagem para a Alemanha nazista.

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‘Mídia, poder e contrapoder’

Dênis de Moraes, Ignacio Ramonet e Pascual Serrano assinam os ensaios do livro Mídia, poder e contrapoder: da concentração monopólica à democratização da informação, que será lançado pela Boitempo Editorial. Organizada por Moraes, a obra apresenta sete textos com uma reflexão crítica sobre o poder mundial da mídia, a cultura tecnológica, a comunicação globalizada, o jornalismo contra-hegemônico em rede, as políticas públicas de direito à comunicação e a democratização da informação na América Latina.

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Descaminhos da Revolução Brasileira: o PCB e a construção da estratégia nacional-democrática (1958-1964)

altNesse artigo, o secretário de Formação política do PCB, Ricardo Costa, sobre os movimentos que antecederam o Golpe de 1964, afirma que “as bases empíricas e teóricas adotadas para a elaboração da estratégia revolucionária do Partido Comunista Brasileiro, calcadas, respectivamente, numa interpretação imprecisa da realidade brasileira e na tradição do pensamento oriundo da III Internacional, acabaram por dificultar a capacidade de vislumbrar toda a preparação dos grupos fundamentais da classe dominante em direção ao golpe de Estado, por não permitirem enxergar as transformações estruturais na sociedade brasileira, responsáveis pela promoção de novos arranjos de classe, a prever a necessidade de uma nova forma de dominação burguesa no país”.

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