“Muitos camponeses ouviram falar provavelmente da agitação operária existente nas cidades. Alguns deles estiveram nas capitais e nas fábricas e tiveram a oportunidade de presenciar os motins, como os chama a polícia. Outros conheceram a alguns dos operários que participaram nos distúrbios e que foram confinados em suas aldeias pelas autoridades. Ao poder de alguns chegaram volantes e folhetos sobre a luta dos operários. Outros, por último, ouviram falar de pessoas com experiência do que estava acontecendo nas cidades.”
Autor: Caio Andrade
A rebelião de 1935 em Natal, por Giocondo Dias
Oferecemos a seguir trecho do livro “Giocondo Dias, a vida de um revolucionário“, de João Falcão, obra editada pela Editora Agir em 1993.
O material está disponível no site http://www.dhnet.org.br/memoria/1935, que contém o Projeto Insurreição de 1935 no Rio Grande do Norte, do CDHMP/DHnet e Rede Estadual de Direitos Humanos RN. Sugerimos aos leitores que confiram este projeto, riquíssimo no material que disponibiliza ao público.
A insurreição de 35 em Natal
Orientado por Leôncio Martins Rodrigues, Homero de Oliveira Costa defendeu, em 1991, dissertação de mestrado que analisou o papel histórico do levante do 21º Batalhão de Caçadores (unidade do Exército) em Natal, no dia 23 de novembro de 1935 e dos quatro dias em que os revoltosos tomaram o poder, tanto na capital, quanto em um expressivo número de municípios do interior do Estado do Rio Grande do Norte.
Capitalismo contemporâneo, imperialismo e agressividade
“Quem imaginava que o imperialismo iria reduzir sua máquina militar com a queda da União Soviética se enganou. O imperialismo está muito mais agressivo atualmente que no passado e possui hoje a mais poderosa e sofisticada máquina militar que o planeta já teve conhecimento.” Edmilson Costa, integrante do Comitê Central do PCB, explica como – e porque – em seu artigo Capitalismo contemporâneo, imperialismo e agressividade.
FDR debate 40 anos de golpe no Chile
A Fundação Dinarco Reis é co-organizadora de atividade política e cultural que ocorrerá no Rio de Janeiro, no sábado 14 de setembro, em memória dos 40 anos do golpe no Chile, que derrubou Salvador Allende. Na mesa de debates, Mauro Iasi, Virginia Fontes, Jose Paulo Netto e o chileno Jaime Osório. Na seleção musical, DJ Buchecha – além de apresentação do grupo Canto Libre e convidados -, além de outras intervenções artísticas.
O centenário de um jornalista revolucionário
Nascido em 4 de outubro de 1913 em Beberibe (CE), o advogado, jornalista e escritor Rui Facó – autor de Cangaceiros e Fanáticos – teve destacada atuação como jornalista na imprensa do PCB. E para marcar o centenário desse importante intelectual orgânico, foi lançado o site www.ruifaco.com.br e livro de sua biografia. Para conhecer um pouco mais sobre o homem e sua obra, reproduzimos artigo publicado no jornal semanário Novos Rumos, da semana de 22 a 28 de março de 1963, logo após seu falecimento.
Espontaneidade e direção consciente nas Jornadas de Junho
“A irrupção inesperada de grandes manifestações populares em junho passado reascendeu o clássico debate sobre o relacionamento entre ação política espontânea e ação política planejada.” Em artigo que começa com a apresentação desse debate, o militante do PCB Golbery Lessa retrata conflitos vividos nas manifestações populares que tomaram as ruas do país.
O capitalismo como religião
A Boitempo Editorial acaba de lançar O capitalismo como religião, livro inédito de ensaios do filósofo alemão Walter Benjamin (1892-1940). A obra tem organização e comentário de Michael Löwy, que reproduzimos a seguir.
Há males que vem pra bem!
Traduzido por Frank Svensson, membro do Comitê central do PCB, o artigo Há males que vem pra bem!, do militante comunista franco-suiço Claude Méril Schnaidt, arquiteto falecido em 2007, debate os cenários e consequências possíveis da queda do que se convencionou chmar de “socialismo realmente existente”.
Transnacionais e AL
O pesquisador do Instituto de Investigações Econômicas da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) Raúl Ornelas descreve, em Saberes da Dominação – Panorama das empresas transnacionais na América Latina – Agenda de Investigação, a ação predatória e de dominação econômica das empresas transnacionais no continente latino-americano.