Em sua dissertação de Mestrado – Cidade Vermelha: A militância comunista em Camocim – CE (1927-1950) -, que oferecemos na íntegra, Carlos Augusto Pereira dos Santos trata da atuação do PCB na cidade cearense de Camocim a partir de 1927, ano em que o Bloco Operário e Camponês (BOC) foi ali fundado.
Autor: Nathália Mozer
O realismo socialista no PCB
Em “O povo é arte: as ilustrações em periódicos do PCB e o realismo socialista no Brasil, Karina Pinheiro Fernandes trata a política cultural do PCB como parte da doutrina de expansão dos ideais comunistas para as massas e a apropriação que o Partido fez do realismo socialista. Na análise do PCB em meados dos anos 1940, a arte necessitava alcançar a classe trabalhadora através de temas brasileiros, especialmente aqueles que abordassem a vida do trabalhador do campo ou da cidade.
O que todo revolucionário deve saber sobre a repressão
Victor Serge, francês de origem russa, foi para a URSS em 1920 e entrou no Partido Comunista. Em suas investigações nos arquivos da Okrana, a política secreta do tzar, decide escrever o livro “O que todo revolucionário deve saber sobre a repressão”, o que faz em 1926, já de volta à França.
Por que o socialismo?
Este texto, originalmente intitulado Why Socialism?, foi escrito por Einstein para o primeiro número (1949) da revista marxista estadunidense Monthly Review.
Graciliano, literatura e engajamento
Neste artigo, Dênis de Moraes vai afirmar que as relações entre a intelectualidade e a política no Brasil através da figura de Graciliano Ramos.
História e alegoria em São Bernardo
Edmundo Juarez Filho se propõe a uma leitura alternativa para a obra São Bernardo, de Graciliano Ramos.
Na fortuna crítica do autor alagoano não se criou um consenso se a revolução que eclode pouco após a morte de Madalena é ou não a Revolução de 30 e, principalmente, qual a função desta revolução na economia do romance.
Graciliano Ramos, Jorge Amado e o PCB
A tese de doutorado de Júlia Monnerat Barbosa debate a relação de Graciliano Ramos e Jorge Amado com o Partido Comunista Brasileiro entre as décadas de 30 a 50.
As mulheres professoras, as meninas leitoras e o menino leitor
Em As mulheres professoras, as meninas leitoras e o menino leitor: a iniciação no universo da escrita no patriarcalismo rural brasileiro – uma leitura a partir da infância de Graciliano Ramos, Ana Lúcia Guedes Pinto e Roseli Aparecida Cação Fontana analisam a participação da mulher no processo de iniciação escritural das crianças, nas primeiras décadas do século XX, no nordeste brasileiro.
História e Literatura em Graciliano
Cristiano Cezar Gomes da Silva debate as possibilidades de diálogo entre a História e a Literatura a partir da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, além de alguns dos seus manuscritos não-ficcionais.
Graciliano Ramos e Antonio Gramsci
Vicente Deocleciano Moreira vai, nesse artigo, comparar a trajetória do “Velho Graça” e de Gramsci através de um ponto em comum na biografia dos dois: a vivência dentro do presídio.