Stálin sobre Lenin
NÃO CHORAMINGAR!
Encontrei Lenin pela segunda vez em 1906, em Estocolmo, no Congresso do nosso Partido. É sabido que nesse Congresso os bolcheviques ficaram em minoria e sofreram uma derrota.Pela primeira vez vi Lenin no papel de vencido. Não se parecia nada a esses chefes que, depois de uma derrota, choramingam e perdem o ânimo. Ao contrário, a derrota fez com que Lenin centuplicasse suas energias, impulsionando seus partidários a novos combates, até a vitória futura.



A FDR publica artigo de Gleserman Koursanov, autor de várias obras sobre o materialismo dialético. A tradução do do francês para o português foi feita pelo camarada Frank Svensson, do Comitê Central do PCB. A teoria moderna e científica da verdade é a teoria do materialismo dialético. Lenin a desenvolveu aprofundando suas principais ideias e proposições em vários de seus textos, mesmo não tendo deixado nenhuma obra consagrada especialmente ao problema da verdade.
Está sendo relançado, na versão e-book, o livro Cartas a Marighella, de Claudio Estevam de Azevedo Reis. Baseado em fatos reais, a obra narra a história de uma jovem do interior do Estado da Bahia, que tem seu interesse despertado pela situação política e social do país através do jornal “O MOMENTO”, publicado na década de 1940, período de curta liberdade e seguido de extrema repressão ao Partido Comunista (PCB). A partir de então, inicia a troca de uma longa série de cartas com o deputado Carlos Marighella. Nelas a figura amiga, fraterna e sincera do deputado acaba influenciando o amadurecimento político e social da jovem e dos amigos mais próximos. Carlos Marighella, futuro líder da guerrilha urbana no Brasil, marcou com sua coerência, integridade e luta política a vida daquela jovem.
Na década de 1950, um dos objetivos dos comunistas brasileiros era o de impedir a participação do Brasil na Guerra da Coréia ao lado dos Estados Unidos. O PCB patrocinou a “Campanha Contra o Envio de Soldados Brasileiros para a Coréia”, através de passeatas, enterros simbólicos, coleta de assinaturas, comícios relâmpagos, manifestações populares etc., objetivando pressionar a opinião pública brasileira e, sobretudo, o governo para que o Brasil não enviasse nenhum membro das forças armadas para participar do conflito, a primeira intervenção militar liderada pelos EUA na chamada Guerra Fria. As mobilizações do PCB, dentre as quais se destacou a corajosa ação empreendida por Elisa Branco em São Paulo, foram fundamentais para impedir o envio de tropas brasileiras pelo governo. Jayme Ribeiro, Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro/Faculdade de Formação de Professores (UERJ-FFP), neste trabalho, reconstrói a memória acerca do ideário pacifista abraçado pelos comunistas naquele período histórico.
Quase um século depois do acontecimento mais importante da História até hoje: a primeira revolução proletária do mundo.