Boitempo exibe documentário ‘ŽIŽEK!’ gratuitamente em São Paulo

A primeira etapa do projeto MARX: a criação destruidora, que contempla o Curso de introdução à obra de Slavoj Žižek e a conferência do filósofo esloveno, teve vagas esgotadas em três dias de inscrições na semana passada. No entanto, a exibição do documentário longa-metragem ŽIŽEK! (71 min, dir. Astra Taylor, 2005) será aberta ao público. A atividade é gratuita e acontece na sexta-feira, dia 08/03, às 14h.

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O povo é arte nas páginas vermelhas

Em O povo é arte: as ilustrações em periódicos do PCB e o realismo socialista no Brasil, a mestranda em História Social pela UFRJ Karina Pinheiro Fernandes destaca a contribuição de artistas plásticos ligados ao Partido Comunista Brasileiro, como Candido Portinari, Carlos Scliar, Quirino Campofiorito, Paulo Werneck e Clóvis Graciano, e suas contribuições para o Partido através das ilustrações de periódicos, fazendo como que “os textos dos intelectuais do Partido e o realismo socialista alcançaram um grande público”.

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‘ O desvio de direita nos anos 1956-1959’, crítica de Cunhal ao PC Português – parte II

Reproduzimos a segunda parte do documento produzido por Álvaro Cunhal, histórico dirigente do Partido Comunista Português (PCP), que eleito secretário-geral do PCP em 1961 criticou de forma contundente as posições adotadas anteriormente pelos comunistas portugueses nos anos de 1956 a 1959, quando vigoraram as resoluções do V Congresso.

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Gramsci e a produção das categorias do conhecimento

“Qual é, pois, o erro de método cometido por Gramsci? Qual é o seu pecado gnosiológico? O erro central de Gramsci reside em que ele emprega um método que está mais de acordo com a sociologia do que com o marxismo.” Saiba, no artigo que se segue, porque o professor de Economia Política e Teoria Política Edmilson Carvalho assim avalia a trajetória intelectual do dirigente comunista italiano.

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Álvaro Cunhal para o PC Português: ‘ O desvio de direita nos anos 1956-1959’

Publicaremos, nas próximas semanas, por partes, importante documento produzido por Álvaro Cunhal, histórico dirigente do Partido Comunista Português, que, no ano de 1961, quando foi eleito Secretário Geral pelo pleno do Comitê Central daquele partido, criticou de forma contundente as posições adotadas anteriormente pelos comunistas portugueses nos anos de 1956 a 1959, quando vigoraram as resoluções do V Congresso.

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